**Estou pensando. Estou ponderando onde foi que eu deixei minha alma quando decidi seguir meu coração e ouvir um sentimento que berrava desesperadamente por alguém que os aceitassem. A pessoa que ele escolheu foste tu. Mas tu desdenhaste esse sentimento. Eu escolhi aceitar a moeda do amor. E eu sabia assim como continuo sabendo que ela tem duas faces. E eu tinha total conhecimento que o preço que eu iria pagar por me jogar de corpo e alma nesse abismo seria caro. E foi. Paguei um preço. E paguei por nada. Recebi o NADA de ti. Não recebi O olhar. Não ouvi A frase. Não ganhei O amor. Recebi nada menos que indiferença.
**Estou pensando. Estou ponderando que é chegada a hora de deixar no passado o que já faz parte do passado. E o que está no meu passado tem motivos concretos para não mais fazer parte do meu presente. Decidi dar partida e te desligar de mim. Decidi voltar toda minha atenção ao que estou a fazer neste momento. Ao que estou a fazer no presente.
**E nunca estive tão concentra, tão alerta, ao presente, como agora. Eu nunca estive tão decidida em fazer realizar meus caprichos/desejos/sonhos. Eu nunca me vi tão sombria. E já não existe dor, nem amor, nem nada. Estás palavras não estão se referindo a dor doída do amor não correspondido. Elas então se referindo à ausência total de sentimento quando descobrimos que existem pessoas que fazem questão de mostrar que não precisam de ninguém. Que fazem questão de esconder qualquer sentimento afetivo. Que fazem questão de machucar quem quer que seja.
**E agora eu estou totalmente disposta a não mais me importar e não mais procurar por amor. Eu estou cansada de ir ao meio da multidão e pegar pelos dedos pessoas que não querem ser pegas. Eu estou cansada. E no ápice do cansaço eu entrego toda minha vida ás mãos imprevisíveis do destino.
**Agora é chegada a minha vez de ser procurada. Agora é chegada a minha vez de ser escolhida pelo beija-flor no jardim do amor. Agora quem mergulha de cabeça no meio da multidão sou eu. E enquanto não sou achada, quem venha tudo que tiver de vir.
**Estou pensando. Estou ponderando que é chegada a hora de deixar no passado o que já faz parte do passado. E o que está no meu passado tem motivos concretos para não mais fazer parte do meu presente. Decidi dar partida e te desligar de mim. Decidi voltar toda minha atenção ao que estou a fazer neste momento. Ao que estou a fazer no presente.
**E nunca estive tão concentra, tão alerta, ao presente, como agora. Eu nunca estive tão decidida em fazer realizar meus caprichos/desejos/sonhos. Eu nunca me vi tão sombria. E já não existe dor, nem amor, nem nada. Estás palavras não estão se referindo a dor doída do amor não correspondido. Elas então se referindo à ausência total de sentimento quando descobrimos que existem pessoas que fazem questão de mostrar que não precisam de ninguém. Que fazem questão de esconder qualquer sentimento afetivo. Que fazem questão de machucar quem quer que seja.
**E agora eu estou totalmente disposta a não mais me importar e não mais procurar por amor. Eu estou cansada de ir ao meio da multidão e pegar pelos dedos pessoas que não querem ser pegas. Eu estou cansada. E no ápice do cansaço eu entrego toda minha vida ás mãos imprevisíveis do destino.
**Agora é chegada a minha vez de ser procurada. Agora é chegada a minha vez de ser escolhida pelo beija-flor no jardim do amor. Agora quem mergulha de cabeça no meio da multidão sou eu. E enquanto não sou achada, quem venha tudo que tiver de vir.
